De surpresa, Téo e a Gaivota.
Eu memo. rs. Composição nova.
Eu e minha prima tirando um som.
Fellipe Pires e Beatriz Barroso.
Cover de Things Behind The Sun - Nick Drake.
Nick Drake é excelente.
Fellipe Pires.
Hoje vi que não tava a fim de escrever. Vi também que os meus amigos são mais importantes pra mim do que eu pensava. Vi também que tô bem do jeito que tô, mas que a gente perde algumas coisas como consequência de algumas escolhas (quem entendeu me add no coração kkk). Isso é ruim. Vi que preciso me mexer. Vi que tô baixando música demais, e daqui a pouco meu notebook vai pro espaço, por falta de espaço. Não pude perder o trocadilho. Vi hoje que as pessoas que mais me amam no mundo, são as da minha família. Vi que me divertir com meus amigos é uma das coisas que eu mais gosto de fazer. Vi que tô há um tempão sem ficar bêbado. Eu disse bêbado. Vi que não dá mais pro Flu, vai cair, pronto e acabou. Vi que tô começando a tomar gosto por cantar, só não sei se devo. Vi que há pessoas pelas quais a gente briga, que, muitas das vezes, são as mesmas com as quais a gente briga. Vi que expor a vida íntima, seja sentimental ou profissional, ou qualquer outra coisa confidencial é ruim, muito ruim. Vi que já não posto uma boa história, tem tempo. Tô precisando relembrar algumas. Me divirto. Vi que baixar músicas é um exercício maravilhoso. Lembrei quão bom é o som dos Smiths, porra, demais. Eu tô com sono, mas tenho que esperar baixar o 2º cd deles aqui. É uma coletânea. Enfim, nem acho que alguém vá ler isso, mas… Tô com uma saudade do meu primo, o Guigui, que porra, ninguém pode imaginar. Fomos criados colados, cara, é foda. Tô animado mas não posso dizer o porquê, haha. Preciso² cortar o cabelo. Não, sério, tá imenso. Eu que tava gostando dessa história não tô mais aguentando. Esse horário de verão é uma merda. Nem quero pensar em quando chegar o verão. Nossa, vai ser foda. Porra, 54% ainda. Tá frio. Eu tô na sala, e tô fumando. Ainda bem que a minha mãe não acordou, senão ela ia reclamar pra caralho que eu tô fumando dentro de casa. Muito chata, cara… Não, não, Mãe, te amo viu?! Você só é um pouquinho chata, mas não é muito não. (Acho que nem ela vai ler hahahahah) Nem tô ligando. Enfim… Outra coisa também, preciso parar de fumar. Preciso malhar. Porra, agora me senti uma mulher ~~~~~LA FEMME kkk Lembrei de uma pessoa agora que a vontade que eu tenho é de socar a cara dela, até ela cuspir todos os dentes, mas tranquilo. Comecei a ler a história da Chiquinha Gonzaga, mas não aguentei. Muito chato. Talvez mais pra frente. Se alguém tiver um livro maneiro pra me emprestar, tô aceitando. Já escrevi demais. Engraçado que a primeira frase do texto é: “Hoje vi que não tava a fim de escrever”. Mas quando eu digo escrever, não é fazer isso. Isso é escrever, lógico, mas não tô fazendo esforço nenhum pra elaborar história e tal. Tô escrevendo o que vem à cabeça. Tô preguiçoso. Melhor, sou preguiçoso, pronto. Isso vai ficar um testamento, já tô até vendo. A música dos Smiths é a cara da Inglatera, não é? Aquele dia cinzento, frio, aquela coisa introspectiva, sabem? Esse é o meu habitat natural, aliás. Eu não deveria ter nascido num país tropical. Não suporto calor. Ou melhor, não suporto suar. Soa meio fresco, mas é verdade. Sabe o que eu tô reparando? Que, pela primeira vez na vida, eu tô escrevendo pro blog, como se eu tivesse escrevendo em uma espécie de diário. Que louco isso! 88%, calma, já vou acabar gente! rs. A internet daqui nem é lenta, a pasta é que é pesada. Tem muita coisa! Também The Smiths, fica difícil deixar alguma coisa de fora. Tô precisando trocar as cordas do meu violão também. Urgentemente. Digo também porque um camarada meu trocou hoje as do violão dele, aqui em casa. Nossa, o som do violão com cordas novas, fica uma beleza! … Pronto. Acabou meu último download. Baixei hoje as discografias de The Police e The Smiths. Eu sei que tenho bom gosto, eu sei. Enfim, acabou e eu vou dormir. Nem tô acreditando que eu vou postar esse monte de merda no blog. Beijo pra quem fica,
Fellipe.
Enquanto a vida me mostra seu lado nebuloso, eu continuo de pé. Com a cabeça erguida. Começo hoje uma caminhada que nem sei onde termina. Vou em busca do que quero ser. Vou em busca do meu verdadeiro eu. Nós sempre acabamos por nos tornar aquilo que acreditamos ser quando ainda não somos.
A palavra é algo muito pervertido. Nós passamos o dia falando, falamos para tudo. Agora, quando pensamos, é quando atingimos o grau máximo de sinceridade para conosco mesmos. No pensamento, somos mais contundentes. Pensamos exatamente aquilo que diríamos, se não houvessem todos esses códigos de ética da nossa sociedade. Nem mesmo a pessoa mais sincera do mundo, fala tudo o que pensa. O pensamento é despudorado, é desprovido de qualquer limite. Por isso, acredito na força do pensamento e, consequentemente, nos meus sonhos.
Não é que eu não acredite em Deus. Como posso dizer? Eu investigo Deus. Eu investigo tudo o que falam sobre ele. Se eu não acreditasse, eu não investigaria. A questão é: Uma vez que eu esteja investigando algo, e não tenha, ainda, achado uma solução ou resposta, esse algo se torna apenas um ponto de interrogação. É como posso sintetizar a palavra Deus. Como uma interrogação.
Há dias em que eu acordo azedo. De mau humor, me sentindo feio, burro e patético. Sim, isso é coisa de mulherzinha, mas infelizmente, também acontece comigo. Não que eu tenha passado pro outro lado, mas isso é uma prova de que para toda regra existe, pelo menos, uma exceção. E nesses dias – acreditem em mim – o melhor a se fazer é se isolar. Tranque-se no quarto, suma, vá para uma praia e fique no fim dela, no cantinho. Passe o dia no cinema, na última fileira. Digo isso porque, nesse dia, você será como midas, às avessas. Tudo aquilo que você fizer, disser, tocar, pensar, vai virar merda. Vai dar merda. Vai ser uma merda. Vai ficar uma merda. E tenho dito.
É puro conhecimento de causa.